quarta-feira, 31 de agosto de 2011
"Jogue pro alto, se voltar é seu"
terça-feira, 30 de agosto de 2011
submarine.
Quanto mais eu falo mais lembranças surgem, mais dúvidas, mais e mais e mais...
Mais tudo, mais raiva, mais dor, mais memórias, mais sentimentos, mais vontade de esquecer...
Por que a gente simplesmente não esquece aquilo que não quer lembrar?
Por que justamente aquilo que não queremos lembrar é o que mais nos causa dor? Por quê?
Só queria acordar e lembrar menos, pensar menos, querer menos... Só isso.
É pedir muito de mim?
Será que não posso ter controle nem sobre meu querer? Que liberdade é essa que tenho? Onde não consigo sequer controlar meus sentimentos... Onde sou escrava de mim mesma. Onde me perco tanto que sequer me encontro...
Sim, que mundo é esse? Não, realmente não sei!
O mundo tem sido amargo, cinzento, sombrio, por mais que eu tente não tem sido diferente.
Me encontrar? Sempre que penso ter me encontrado me perco mais ainda, que coisa não?
Deve muito estúpida mesmo, fazendo as mesmas coisas, cometendo os mesmos erros, sofrendo pelas mesmas histórias e no fim achando que seria diferente... e no fim percebendo que era sempre a mesma 'estória'. E para que? Para descobrir o que eu supostamente já sabia?
Que... 'Todas as ações são autodirigidas, todo serviço é auto-serviço, todo amor é amor-próprio.'
Descobrir que ninguém faz nada por a não ser por si mesmo? E mais ter certeza do egoísmo presente nas pessoas?
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
"- Quer dizer - perguntou Breuer - que cada ação que realizo, cada dor que experimento serão experimentadas por toda a infinidade?
- Sim, o eterno retorno significa que, cada vez que você escolhe uma ação, deve estar disposto a escolhê-la por toda a eternidade. O mesmo se dá com cada ação não realizada, cada pensamento natimorto, cada escolha evitada. Toda a vida não vivida ficará latejando dentro de você, invivida por toda a eternidade. A voz ignorada de sua consciência continuará clamando para sempre.
Não sei o que mais dizer, exceto que, graças a você, percebo que a chave para viver bem é primeiro desejar aquilo que é necessário e, depois, amar aquilo que é desejado."
domingo, 21 de agosto de 2011
true.
"Ninguém deseja, acredita ele, ajudar os outros; pelo contrário, as pessoas desejam apenas dominar e aumentar seu próprio poder. Nas poucas vezes em que submeteu seu poder a outrem, acabou se sentindo devastado e enraivecido."
domingo, 7 de agosto de 2011
Perder
Perder qualquer coisa.
Sentimentos, pessoas,
amores, caminhos,
jogos, palavras,
objetos, frases,
apostas...
Qualquer coisa.
Simplesmente não gosto de perder.
Inclusive.
Odiei perder você.
Você deveria ter me perdido,
e não eu perder você, que parecia tão meu.
Mas você perderia o que?
O que nunca foi seu?
sábado, 30 de julho de 2011
Pouco me importa.
Pouco me importa o quê? Não sei: pouco me importa.
quarta-feira, 13 de julho de 2011
quinta-feira, 23 de junho de 2011
sábado, 21 de maio de 2011
Ultimamente tem tudo parecido realmente um sonho, tem sido tão perfeito que não sei nem se é verdade, na verdade sei que é, só tenho medo que esse sonho possa tornar-se um pesadelo, que essa verdade torne-se mentira, que tudo se desfaça.
As coisas têm acontecido de uma forma que nunca aconteceram...
Estou vivendo as emoções de forma tão intensa, de forma verdadeira, meus dias, minha ações, meus pensamentos têm sido melhores, minha vida tem sido melhor.
Sempre tive medo de ter sonhos, sempre quis ser realista demais, racional demais...
Aí acontecem coisas que nós tiram do chão...
Que nos fazem acreditar que tudo que acreditávamos não passava de algo tão pouco, algo tão egoísta, algo que pode se desfazer a qualquer momento...
Se o que deu é meu...
Se o que me deu, quem sabe?
Vai saber,
Quem souber me salve..."
terça-feira, 17 de maio de 2011
assim.
Tenho me confundido na tentativa de te decifrar, todos os dias. Mas confuso, perdido, sozinho, minha única certeza é que de cada vez aumenta ainda mais minha necessidade de ti. Torna-se desesperada, urgente. Eu já não sei o que faço. Não sinto nenhuma alegria além de ti.
Como pude cair assim nesse fundo poço? Quando foi que me desequilibrei? Não quero me afogar: Quero beber tua água. Não te negues, minha sede é clara."
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Os prazeres da alma III
"Ter compaixão é possuir um entendimento maior das fragilidades humanas. É quando nos tornamos mais realistas, menos e exigentes e mais flexíveis com as dificuldades alheias. Assim, nossa visão do mundo se expande."
"Não poderemos ser autênticos se não formos corajosos. Não poderemos ser originais se não lançarmos mão do destemor. Não poderemos amar se não corrermos riscos. Não poderemos pesquisar ou perceber a realidade se não fizermos uso da ousadia."
"Só tropeça quem está a caminho. Só erra quem é livre para tentar."
"Fixar-se numa só linha de pensamento ou corrente filosófica pode parecer a maneira mais segura de se viver, contudo é a mais infantil delas."
"Perdoar ou desculpar alguém é bom e saudável, mas viver desculpando indefinidamente os erros alheios pode ser muito perigoso. As emoções enterradas e não verbalizadas se manifestarão de forma negativa em outras situações e com diferentes pessoas em nosso dia-a-dia."
"O amor desenvolve características pessoais, distinguindo e particularizando a criatura. Ao proporcionar-lhe vontade própria e independência, enseja que ela expanda horizontes e dissolva as barreiras onde o padrão e a generalização ergueram paredes."
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Os prazeres da alma II
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| Photo by Ana Xavier |
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Os prazeres da alma I
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Moça à janela (Salvador Dali) |
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Amar?
Amamos nossos desejos, nossas idealizações, e quando percebemos
que não é mais o que nos interessava, já não há o mesmo sentimento.
É só um pseudo-sentimento.
sábado, 15 de janeiro de 2011
sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
verdades.
Acabei sentindo saudades, saudades de momentos que passei, daqueles que perdi, daqueles que já não vejo ou daqueles que nem conheci, saudades de beijos apaixonados, de abraços apertados, saudades do fui, do que nunca serei... Mas coisas boas nascem, vivem, morrem, permanecem a todo o tempo tudo se transforma. O mundo muda, os sentimentos, os pensamentos mudam, a gente tem que acompanhar esse engenho de mudanças, acompanhar a música, não perder o ritmo.
Não quero fazer planos grandiosos para 2011, só quero que aproveitar cada momento sem grandes arrependimentos.
E que termine 2010.
E que venha 2011.
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Nostalgia. Nostalgia minha.
Assim parece ser quando me lembro de você que acabou indo embora cedo demais...
Dia de chuva. Dia de sol.
E o que sinto não sei dizer...
Era assim todo dia de tarde a descoberta da amizade. Até a próxima vez...
Me lembro de você e de tanta gente que se foi... Cedo demais!
E cedo demais... Eu aprendi a ter tudo o que sempre quis. Só não aprendi a perder...
E eu que tive um começo feliz... Do resto não sei dizer.
Só que neste mundo. O verão acabou.
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Saudades
Quando vejo retratos, quando sinto cheiros,
quando escuto uma voz, quando me lembro do passado,
eu sinto saudades...
Sinto saudades de amigos que nunca mais vi,
de pessoas com quem não mais falei ou cruzei...
Sinto saudades da minha infância,
do meu primeiro amor, do meu segundo, do terceiro,
do penúltimo e daqueles que ainda vou ter, se Deus quiser...
Sinto saudades do presente, que não aproveitei de todo,
lembrando do passado e apostando no futuro...
Sinto saudades do futuro, que se idealizado,
provavelmente não será do jeito que eu penso que vai ser...
Sinto saudades de quem me deixou e de quem eu deixei!
De quem disse que viria e nem apareceu;
de quem apareceu correndo, sem me conhecer direito,
de quem nunca vou ter a oportunidade de conhecer.
Sinto saudades dos que se foram e de quem não me despedi direito!
Daqueles que não tiveram como me dizer adeus;
de gente que passou na calçada contrária da minha vida
e que só enxerguei de vislumbre!
Sinto saudades de coisas que tive e de outras que não tive mas quis muito ter!
Sinto saudades de coisas que nem sei se existiram.
Sinto saudades de coisas sérias, de coisas hilariantes,de casos, de experiências...
Sinto saudades do cachorrinho que eu tive um dia
e que me amava fielmente, como só os cães são capazes de fazer!
Sinto saudades dos livros que li e que me fizeram viajar!
Sinto saudades dos discos que ouvi e que me fizeram sonhar,
Sinto saudades das coisas que vivi e das que deixei passar,
sem curtir na totalidade.
Quantas vezes tenho vontade de encontrar não sei o que...
não sei onde...
Para resgatar alguma coisa que nem sei o que é e nem onde perdi...
Vejo o mundo girando e penso que poderia estar sentindo saudades
Em japonês, em russo, em italiano, em inglês...
mas que minha saudade, por eu ter nascido no Brasil,
só fala português, embora, lá no fundo, possa ser poliglota.
Aliás, dizem que costuma-se usar sempre a língua pátria,
espontaneamente quando estamos desesperados...
para contar dinheiro... fazer amor... declarar sentimentos fortes...
seja lá em que lugar do mundo estejamos.
Eu acredito que um simples "I miss you" ou seja lá
como possamos traduzir saudade em outra língua,
nunca terá a mesma força e significado da nossa palavrinha.
Talvez não exprima corretamente a imensa falta
que sentimos de coisas ou pessoas queridas.
E é por isso que eu tenho mais saudades...
Porque encontrei uma palavra para usar todas as vezes
em que sinto este aperto no peito, meio nostálgico, meio gostoso,
mas que funciona melhor do que um sinal vital quando se quer falar de vida
e de sentimentos.
Ela é a prova inequívoca de que somos sensíveis!
De que amamos muito o que tivemos e lamentamos as coisas boas
que perdemos ao longo da nossa existência...
Clarice Lispector
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
não sei o que você espera de mim.
talvez eu tropece, caia, quebre a cara, mas eu quero viver, quero aprender.
Amo muito todos eles, e sei que não está sendo fácil para ninguém.
Mas tenho que tentar trilhar o meu caminho, talvez estejam precisando de mim. Talvez não, tenho certeza disto, sabia que não seria fácil em nenhum momento, nunca disseram que seria, mas eu preciso tentar, não quero que me façam arrepender das decisões que estou tomando, sei que me apoiam, bem lá no fundo, sempre confiaram em mim, preciso que continuem confiando.
'e nesses dias tão estranhos,
fica a poeira se escondendo pelos cantos.'
domingo, 18 de julho de 2010
Mudança
Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,
Muda-se o ser, muda-se a confiança;
Todo o mundo é composto de
Tomando sempre novas qualidades.
Continuamente vemos novidades,
Diferentes em tudo da esperança;
Do mal ficam as mágoas na lembrança,
E do bem, se algum houve, as saudades.
O tempo cobre o chão de verde manto,
Que já coberto foi de neve fria,
E em mim converte em choro o doce canto.
E, afora este
Outra mudança faz de mor espanto:
Que não se muda já como soía.
domingo, 27 de junho de 2010
Age como um deus doente, mas como um deus.
Porque embora afirme que existe o que não existe
Sabe como é que as cousas existem, que é existindo,
Sabe que existir existe e não se explica,
Sabe que não há razão nenhuma para nada existir,
Sabe que ser é estar em algum ponto
Só não sabe que o pensamento não é um ponto qualquer.
segunda-feira, 3 de maio de 2010
Como?
Não ligam para o que você faz.
Não ligam para o que pensa.
Você obedece, pertence, padece,
em um mundo onde a verdade é um avesso
que nunca faz parte de você.
Você vive para o trabalho,
você vive para a família,
você vive para o dinheiro,
para a escola,
para comer a namoradinha que você acha que
te espera com prazer,
mas que no fundo não está nem aí para o que você acha, faz ou deixa de fazer.
Você vive para o esperar que o sapo vire príncipe.
Para achar que palhaços são os mascarados.
Para acreditar que o mundo não te consome.
Que o povo é ajudado.
Que o governo e democrático.
Você vive para ver a pedofilia cristã.
Para ver o mundo ser destruído, construído, e reformado.
Você vive para o consumismo, o sensacionalismo,
e todos os ismos capazes de mudarem sua mente,
de te manipularem.
Você vive tentando ser melhor,
não o melhor para você,
mas o melhor que você possa parecer.
Você vive para isto.
Você vive para aquilo.
Você não vive para nada.
Você vive para o mundo.
Você vive para tudo.
Você vive para todos.
Você não vive para nada.
Você não é ninguém.
E amanhã é terça-feira.
[vocês são vermes, pensam que são reis...]
quinta-feira, 22 de abril de 2010
Que dia é hoje?
e que "interessante" hoje é o 'EARTH DAY'.
Um dia para as pessoas criarem consciência dos problemas ambientais.
Ah! Isso não deveria ser todos os dias?
Em nossas ações corriqueiras, que parecem inofensivas a nossos olhos a curto prazo?
Ah! Não!
Não iremos ver isto, será em um futuro muito distante.
Os desastres ambientais não estão acontecendo.
Não, não estamos vendo terremotos, tsunamis, tornados, enchentes, deslizamentos, mortes em decorrência de tudo isso.
Ah! Sim! Os desastres naturais castigam as pessoas.
Sensacionalismo!
As pessoas não causam desastres.
Não, isso não está próximo a nós!
Não teremos filhos, netos nem bisnetos.
Talvez não mesmo! Afinal, de contas! Ah! Hoje é o 'Earth Day'.
Ah! Antes que eu me esqueça, hoje também é o 'DIA DO DESCOBRIMENTO DO BRAZIL"
E o DIA DO PALHAÇO qual é mesmo?
Esse com certeza é todos os dias!
Mesmo que a celebração seja apenas um dia do ano.
Nos fazem viver como tal, empurrando mentiras garganta abaixo,
as quais muitas vezes temos que engolir, e elas descem rasgando, remexem-se no estômogo.
Viram úlcera. Câncer.
A Cura?
Ah! A cura! Esqueci-me! Talvez não exista!
Há forças contra isso?
Há remédio? Vacina? Coquetel?
Abra seu boca, aja, lute, proteste, jogue seu lixo no lixo, busque conhecimento.
Seja consciente de seu voto, exija seus direitos cumpra seus deveres.
Não seja o que a humanidade está se tornando!
Não aceite o que lhe é imposto silenciosamente, sem contestar.
Lute contra a hipocrisia, o egoísmo, as mentiras...
Lute pela VIDA.
Uma vida de verdade.
"Como beber dessa bebida amarga?
Tragar a dor engolir a labuta?
Mesma calada a boca resta o peito
Silêncio na cidade não se escuta...
Quero lançar um grito desumano;
Que é uma maneira de ser escutado.
Esse silêncio todo me atordoa
Atordoado eu permaneço atento
Na arquibancada pra qualquer momento
Ver emergir o monstro da lagoa "
http://http://ambiente.hsw.uol.com.br/desastres-ambientais-canal.htm
http://letras.terra.com.br/chico-buarque/45121/
domingo, 28 de fevereiro de 2010
Nunca mais.
Nunca mais vou gostar de você, nunca mais
Nunca mais, entre nós não dá mais, nada mais
Mas, se alguém perguntasse eu diria
Queria, queria
Muito mais, muito mais, muito mais, muito mais
Muito mais do que já nos sacia e apraz
Mas depois de tamanha alegria
Eu sei que eu sofreria
Muito mais, muito mais, muito mais, muito mais
Tanto faz um a mais entre tantos finais
Eu não vou semear fantasias e melancolia
Nunca mais, nunca mais, nunca mais, nunca mais
Vou tentar deixar de lamentar saudade
De você pra sempre
Vou deixar de ter tristeza por não ter você.
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Lembrança. 1.
E a atmosfera parecia ser composta somente por estrelas que brilhavam incansavelmente, flores que exalavam perfumes inexplicáveis.
E então, ouvi buzinas, e carros, e conversas e notei que estava em frente à escola, abraçada a minha primeira paixão, que o mundo ainda estava a girar e a vida prosseguia, que eu voltara a realidade..
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
Seja como for
Como podemos persistir em algo sabendo que a moral vai de encontro ao equívoco?
Me disseram que quando algo envolve amor, que fazemos porque queremos, porque gostamos e nos sentimos bem, não está totalmente errado.
Como parar sabendo que o desejo e a vontade de continuar são cada vez mais verdadeiros?
Como continuar sabendo que os sentidos estão sendo confundidos e manipulados por sentimentos mais fortes do que aquilo que se tem controle?
Como parar sabendo que essa é a realidade que se quer viver?
Como continuar sabendo que não se pode ter aquilo que não nos pertence?
Como parar sabendo que o fim só trará sofrimento?
Como continuar sabendo que querer não é poder?
Como parar quando só se quer mais?
Como continuar sabendo que tudo pode ser um sonho?
Já vi tantas noites, tantas estrelas...
E ainda não sei ao certo, se assim como a luz vem após a escuridão,
o alívio vem após o sofrimento.
o amor após a dor.
a realidade após a fantasia.
a vida após a morte.
Talvez um dia haja a certeza disto,
[ou não.]
Mas enquanto esse dia não chegar,
viver entre a luz e a escuridão,
entre a dor e o amor,
entre a realidade e a utopia,
entre erros e acertos,
pode ser certo,
pode ser a linha tênue da vida.
Quem sabe um dia tudo saia da irrepreensível órbita...
Quem sabe um dia eu voe,
e você voe ao meu lado,
transformando o errado em certo, o certo em errado.
Já quis demais, além do que eu poderia ter.
Algumas circunstâncias acabam causando perturbação e confusão dos pensamentos...
Portanto, mantenha-se na imutável tendência das mudanças.
Dá para devolveram minha razão!?
Tenho certeza que não a perdi,
só podem ter levado-a de mim.
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
Oh honey!
a parte difícil é saber colocar isso em prática.
É fácil querer ser melhor que alguém,
difícil é fazer coisas boas para que isso aconteça.
É fácil julgar os outros,
difícil é aceitar um julgamento.
É fácil ter sonhos,
difícil é saber realizá-los.
É fácil manter um sorriso,
difícil é ser feliz.
É fácil falar dos outros,
difícil é fazer as coisas certas.
É fácil querer mudar,
difícil é tomar as atitudes para isto.
Às vezes parece que o mundo dos outros é bem mais simples que os nosso,
às vezes parece que somos menos favorecidos em tudo,
às vezes dá vontade de sumir,
de chorar, de sorrir e ser feliz,
às vezes dá vontade de amar e ser amado,
de tocar e ser tocado.
Às vezes para se tudo isso basta, realmente, VIVER.
"Acho que a gente é que é feliz..."
sábado, 21 de novembro de 2009
indeed.
e mais um dia terá ido...
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
customizar.
E ninguém dirá que é tarde demais
que é tão diferente assim...'
'De tanto eu te falar
você subverteu o que era um sentimento e assim
fez dele razão pra se perder
no abismo que é pensar e sentir...'
'Eu sei é um doce te amar.
O amargo é querer-te pra mim...'
'eu preciso andar
um caminho só
vou buscar alguém
que eu nem sei quem sou.'
'O que eu queria, o que eu fazia, o que mais?
Que alguma coisa a gente tem que amar, mas o quê?
Não sei mais...
Os dias que eu me vejo só
são dias que eu me encontro mais
e mesmo assim eu sei tão bem
existe alguém pra me libertar.'
'Eu sei, não é assim, mas deixa eu fingir e rir.'
'Deixa eu brincar de ser feliz, deixa eu pintar o meu nariz...'
'Olha lá, quem vem do lado oposto...'
terça-feira, 17 de novembro de 2009
Buuuum.
Não gosto quando as coisas não acontecem como eu quero, não gosto de parciais infelizes, não gosto de como eu sou, não gosto do que eu faço, não gosto quando fico confusa a ponto de ficar pensando demais, minha mente está um turbilhão de pensamentos, todos embaralhados, entrelaçados, sem jeito de serem ajustados ou desfeitos os nós, não sei o que faço, e quanto mais eu penso no que fazer, e faço, mais erros eu tenho, mais desordem eu causo em minha vida, na vida das pessoas que eu gosto...
Às vezes eu só queria sentar em um canto e esquecer tudo, queria que a vida fosse fácil como parece nos filmes, nos contos, nas histórias com finais felizes, em que tudo termina bem... Acho que queria ter meus momentos de plena felicidade também... Queria que a solidão, ou me segurasse de vez, me privando de momentos que só me deixam ainda mais perdida, ou me soltasse de seus braços, para que eu pudesse ver o brilho de sol, de verdade... [ah, o Sol, às vezes queria ser como ele, e poder iluminar a vida das pessoas ao meu redor, não fazê-las sofrer...].
Sinceramente queria saber o que fazer.
Porra! Hoje senti uma falta gigantesca da minha irmã, senti vontade de poder fazer novamente tudo o que fazíamos e coisas das quais nunca fizemos juntas... Senti falta do seu abraço, da sua voz, do cheiro, do seu cabelo, do seu sorriso, do seu jeito de dizer as coisas e do jeito que eu era quando podia tê-la ao meu lado. Bem que dizem 'que só percebemos o valor da água depois que a fonte seca'... Não quero cometer o mesmo equívoco novamente, mas às vezes parece tudo tão complexo, e eu não sei eu o que fazer. E por mais que não pareça... As aparências enganam.
terça-feira, 10 de novembro de 2009
Praticar o desepego talvez possa ser uma forma que o ser humano encontrou de evitar dor, sofrimento, amarguras e desilusões, mas quanto mais o desapego for praticado, - de certa forma evitaremos tais sentimentos-, mas também não sentiremos muitas coisas, a solidão irá nos sufocar e criar forças para nos tornar mais egoístas, abandonados, utilizando as pessoas, tornando-as descartáveis.
Aí então, me pergunto se é isso o que desejo? Se é isso que o mundo precisa? De seres humanos cada vez mais descartáveis, e amaparados pela solidão...
Seres que vivem porque existem, que se esquecem do amor ao próximo e consequentemente até do amor por si próprio.
Que mundo é esse em que vivemos?
Onde o que é mais relevante perde o brilho, perde a cor, deixa de ter importância, para dar lugar a sentimentos mesquinhos...
O amor deveria ser uma verdade, mas hoje em dia é tão mascarado que essa verdade para muitos virou mito...
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
Metade

Que a força do medo que tenho
Não me impeça de ver o que anseio.
Que a morte de tudo em que acredito
Não me tape os ouvidos e a boca
Porque metade de mim é o que eu grito
Mas a outra metade é silêncio.
Que a música que ouço ao longe
Seja linda ainda que tristeza
Que o homem que eu amo seja pra sempre amado [por mim!]
Mesmo que distante
Porque metade de mim é partida
Mas a outra metade é saudade.
Que as palavras que eu falo
Não sejam ouvidas como prece e nem repetidas com fervor
Apenas respeitadas
Como a única coisa que resta a um homem inundado de sentimentos
Porque metade de mim é o que ouço
Mas a outra metade é o que calo.
Que essa minha vontade de ir embora
Se transforme na calma e na paz que eu mereço
Que essa tensão que me corrói por dentro
Seja um dia recompensada
Porque metade de mim é o que eu penso e a outra metade é um vulcão.
Que o medo da solidão se afaste, que o convívio comigo mesmo se torne ao menos suportável.
Que o espelho reflita em meu rosto um doce sorriso
Que eu me lembro ter dado na infância
Por que metade de mim é a lembrança do que fui
Mas a outra metade eu não sei.
Que não seja preciso mais do que uma simples alegria
Pra me fazer aquietar o espírito
E que o teu silêncio me fale cada vez mais
Porque metade de mim é abrigo
Mas a outra metade é cansaço.
Que a arte nos aponte uma resposta
Mesmo que ela não saiba
E que ninguém a tente complicar
Porque é preciso simplicidade pra fazê-la florescer
Porque metade de mim é a platéia
A outra metade é a canção.
E que a minha loucura seja perdoada
Porque metade de mim é amor
E a outra metade também.
Oswaldo Montenegro
domingo, 27 de setembro de 2009
Compulsividade

Nossa! Não sei muito o que escrever...
Acho que não estou com muita criatividade para expressar meus sentimentos, mas é que hoje estou me sentindo tão sensível e carente de qualquer forma de amor. Amor de pai, de mãe, de irmão, amigo e amante, enfim de amor. Amores não correspondidos, amores perdidos, amores confusos, amores platônicos e esquecidos, amores enterrados e amores complicados, amores que vem, amores que vão, amores que permanecem, amores que nunca serão... Mas é tudo tão complexo ao meu ver! Em matéria de amor, nessa vida só tenho notas ruins, não sei onde eu erro, se é o que faço, acho que mais o que eu deixo de fazer... Talvez seja todo o meu racionalismo que insiste em me acompanhar em todos os instantes do meu dia, que me faz dizer não, querendo dizer sim, que me faz fazer uma coisa querendo outra, que me faz ser metódica e sistemática, eu até tento ser sentimental, agir emocionalmente, não que eu seja tão ruim nisso, talvez falte prática... Mas a razão está sempre sobressaindo...
Estou tão perdida, acho que já se foram os dias em que eu gostava de estar sozinha.
Talvez até seja bom estar sozinha curtir a liberdade. Mas não agora...
Talvez seja somente coisa de momento, pudera! Não!?
"E nessa loucura de dizer que não te quero, vou negando as aparências, disfarçando as evidências... Mas pra que viver fingindo se eu não posso enganar meu coração... Eu sei que te amo! Chega de mentiras! De negar o meu desejo! Eu te quero mais que tudo! Eu preciso do seu beijo... Só quero ouvir você dizer que sim..." (Composição: Jose Augusto / Paulo S. Valle)
'Às vezes é necessário adaptar o cérebro para escutar o que o coração já sabe...' ( Anjos e Demônios- Dan Brown)
sábado, 12 de setembro de 2009

Depois de tanto tempo e tanta correria, estava na hora de escrever algo..
Esses dias estou sendo tomada por sentimentos tão distintos em tão pouco tempo... Às vezes com uma felicidade resplandecente que não cabe no peito, e outras um tristeza tão grande que queria simplesmente sumir.
Esses dias têm sido tão cheios de tudo, mas tão vazios ao mesmo tempo, tão encantadores e devastadores, tão cheios de verdades e mentiras, de utopias e realidade, de sonhos e pesadelos, nada meramente regrado, mas extremamente em excesso.
Poucas vezes faço e demonstro o que quero, muitas vezes espero tanto de tudo e de todos e na maioria delas, a decepção é parte da história. Meu coração tem estado partido como um vaso vazio, incompleto como o céu sem luar...
E parando para pensar nisto vejo que não tenho feito muito para juntá-lo, não tenho feito muito por mim, tenho expressado sentimentos que eu nem sinto que sinto, tenho transmitido uma felicidade e autoconfiança que não consigo encontrar em mim mesma, será que atuar é tão parte de mim?
Onde foi que me perdi? Preciso me encontrar...
"Sou composta por urgências: minhas alegrias são intensas; minhas tristezas, absolutas. Me entupo de ausências, me esvazio de excessos. Eu não caibo no estreito, eu só vivo nos extremos" Clarice Lispector
domingo, 6 de setembro de 2009
impressões colhidas pelos sentidos.

Talvez eu tenha sido imatura tantas e quantas vezes na vida.
Talvez eu não tenha superado expectativas.
Talvez eu não tenha sido nada do que esperavam.
Talvez as pessoas esperam muito de mim.
Sabe que às vezes é dificil manter essa postura de menina a mulher, frágil, sensível, meiga e ao mesmo tempo forte, durona firme e sorridente.
Às vezes eu também me canso.
Como subir uma enorme escadaria e não ver nem o primeiro nem o último degrau.
Olhando seres inanimados todos em um pedestal, como marionetes assassinas rogando por canificina.
Exalando egoísmo, mentiras, inveja e hipocrisia.
Sabe quando você espera liso e vem listrado.?
E a frustação toma conta.
Quando a válvula de escape não está em perfeitas condições?
Quando você está cansado da presença ausente?
Porque esse tipo de ausência, para mim, é o pior.
Acho que com isso tudo acabei me esquecendo que tenho sentimentos, embora para alguns não pareça, por estar vivendo, de certa forma, em função de sentimentos alheios.
Mas acho que está na hora disto acabar.
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
Pois é! [se tiver criatividade de imaginar, é esse aí mesmo, se não, 'perdeu playboy', se quiser olhar minhas fotos deve haver algumas assim também], se não, o azar não é meu.
Mas voltando ao assunto... é ele mesmo, que está sempre estampado em meu rosto. =D
[incrível] Às vezes, me pergunto como consigo. E até duvido.
Sabe que às vezes eu sou irritante, um tanto insensível, insegura, um pouco estúpida com as pessoas ao meu lado e... Me arrependo disto, sempre. [pode crer] Mas é só às vezes.[melhor avisar antes né!]
[Mas ainda há quem discorde disto...]
E digam que sou uma doce e meiga menina, calma e introspectiva! Pode!? [Minha mãe que o diga!]
Mais desastrada que eu, só duas de mim juntas!
Já grudei macarrão no teto, já quebrei tantas coisas que nem chutaria uma quantidade para não parecer tão anormal... Já quebrei o braço, já cai de um pé de manga, já pesei em umpintinho, [tadinho, morreu], já cai de bicicleta, quase atropelei um velhinho que não olhou para os dois lados da rua antes de atravessá-la, já li Dom Casmurro, já assisti Titanic, já fui ao cinema para assistir filme no corredor [super lotação], já tive um amor platônico [querer e não ter, crueldade isto! Né!], já perdi um campeonato de truco [meu pai me paga!], já colei, já passei cola, já destrui algumas vidrarias da aula de química, já dancei, toquei e fiz dançar, [literalmente], já gostei não gostando, tive não tendo, perdi não perdendo, já namorei à distância, já fiz Pedagogia, já fiz 20 anos, já pulei o muro da escola [ah! se minha mãe descobrisse!], já perdi uma irmã [a luz do meu dia], já fiz teatro, dança de rua, dança do ventre e balé, já brinquei de passa anel, já tive medo de fantasma e do velho do saco, já toquei campainha e corri, já fui cdf, já usei óculos e aparelho, [que medo!] já morei em Minas e nadei no São Francisco, já fui pior, melhor ou diferente de hoje, mas sempre eu mesma, nem sempre íntegra, risonha na maioria das vezes, mas simplesmente assim...
Sei que não sou a pessoa que todos queriam que eu fosse, mas sei que sempre estarei disposta a ajudar quem quer que seja, até onde e como eu puder, mas nem sempre do jeito que essa pessoa espera que seja, pois todos cometemos falhas, ninguém é perfeito mesmo![quem dirá eu, reles mortal.]
Sei que sou um tanto complicada...
Aos olhos dos outros...
Mas me entendo... Em "alguns momentos" perfeitamente.
Sei que nem sempre estou de bom humor [embora tente sempre demonstrar], de bem com a vida ou certa em todos os momentos [fato], porque isto nem existe mesmo, pois um problema pode ter várias soluções, e a minha pode não ser a melhor , mas, espero que seja a mais conveniente naquele momento... [filosofei.com]
Sei, como todos deveriam saber, que não somos perfeitos, cometemos erros, mas os cometo sempre em função de acertar... [porque um dia eu chego lá! e se souberes o caminho certo, desenhe um mapa com todas as coordenadas, porque tu és com certeza um dos poucos.]
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